sexta-feira, 3 de junho de 2016

CESURG - SARANDI divulga a lista de Cursos Técnicos para o 2º semestre de 2016

Saiba que o seu futuro é você quem faz!
E a melhor atitude que você pode ter, é começar.
Comece agora dando o primeiro passo para o sucesso.
Decida o dia e a hora para construir o seu futuro com o CESURG!

O CESURG (Centro de Ensino Superior Riograndense), através de seu Reitor Rafael Rossetto e do Diretor de Ensino Aluisio de Oliveira, acredita que o crescimento dos Cursos Técnicos é um fator favorável para a educação, e bastante estimulante como forte preparação para o mercado de trabalho.

Nesse sentido, o CESURG vem expandindo as opções de cursos técnicos disponibilizados em Sarandi, sendo que estão em andamento as aulas de Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em Enfermagem e Técnico em Informática. Buscando oferecer ainda mais opções para Sarandi e Região, o CESURG viabilizou recentemente a aprovação, junto ao Conselho Estadual de Educação, e a Coordenadoria Regional de Educação, a liberação de 4 novos cursos técnicos para Sarandi, Transações Imobiliárias, Finanças, Recursos Humanos e Comércio, os quais terão início no 2º semestre de 2016.

O Diretor de Ensino Aluisio Oliveira afirma que os Cursos Técnicos são importantíssimos, pois possibilitam a entrada mais rápida no mercado de trabalho. "Muitas vezes profissionais formados por cursos técnicos conseguem mais oferta de empregos e estágios, possibilitando assim um acentuado crescimento profissional e aumento de renda", disse o diretor.

O Reitor Rafael Rossetto reitera mais uma vez, o forte comprometimento que o CESURG tem com Sarandi e região, uma vez que vem se empenhando para proporcionar novos cursos e ambientes positivos para os estudantes das mais diversas áreas. "Estamos em constante busca de novos Cursos para o CESURG e tenho certeza que através de muito trabalho e comprometimento, vamos fazer do CESURG uma das mais qualificadas Instituições de Ensino do Estado em cursos de Graduação, Pós-Graduação e Técnicos", disse o reitor.

CONFIRA ABAIXO A LISTA E DEFINIÇÃO DOS CURSOS TÉCNICOS CESURG 2/2016:

CURSO TÉCNICO EM COMÉRCIO (NOVO CURSO)
Aplica métodos de comercialização de bens e serviços. Efetua controle quantitativo e qualitativo de produtos. Coordena a armazenagem no estabelecimento comercial. Elabora planilha de custos. Verifica a demanda e comunica previsões aos fornecedores. Operacionaliza planos de marketing e comunicação, logística, recursos humanos e comercialização.
Duração: 03 Semestres - Valor mensalidade: R$ 371,00

CURSO TÉCNICO EM FINANÇAS (NOVO CURSO)
Realiza operações relativas a serviços e produtos financeiros, fluxos de caixa, lançamentos contábeis, ordens de pagamento, contas a pagar e receber. Analisa demonstrativos financeiros. Coleta e organiza informações para elaboração do orçamento empresarial.
Duração: 03 Semestres - Valor mensalidade: R$ 371,00

CURSO TÉCNICO EM RECURSOS HUMANOS (NOVO CURSO)
Organiza rotina diária da gestão de pessoas. Elabora documentos administrativos. Confere frequência, benefícios concedidos, afastamentos, férias e transferências de funcionários. Presta informações sobre direitos trabalhistas. Planeja e executa atividades de capacitação e desenvolvimento de pessoas.
Duração: 03 Semestres - Valor mensalidade: R$ 371,00

CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS (NOVO CURSO)
Organiza ações de compra venda e locação de imóveis. Encaminha as documentações referentes a avaliações e registros de transações imobiliárias. Apresenta os imóveis aos clientes potenciais. Identifica e aplica parâmetros de uso e ocupação para imóveis.
HABILITA AO REGISTRO NO CRECI COMO CORRETOR (A) DE IMÓVEIS conforme Art. 3º - Inciso I da RESOLUÇÃO-COFECI N.º 327/92, de 25/06/1992.
Duração: 03 Semestres - Valor mensalidade: R$ 445,20


CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM
Realiza curativos, administração de medicamentos e vacinas, nebulizações, banho de leito, mensuração antropométrica e verificação de sinais vitais. Auxilia a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação no processo saúde-doença. Prepara o paciente para os procedimentos de saúde. Presta assistência de enfermagem a pacientes clínicos e cirúrgicos e gravemente enfermos. Aplica as normas de biossegurança.
Duração: 05 Semestres - Valor mensalidade: R$ 445,20

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA
Instala sistemas operacionais para desktop e servidores. Desenvolve e documenta aplicações para desktop com acesso a web e a banco de dados. Realiza manutenção de computadores de uso geral. Instala e configura redes de computadores locais de pequeno porte.
Duração: 05 Semestres - Valor mensalidade: R$ 371,00

CURSO TÉCNICO EM REDES DE COMPUTADORES
Opera, instala, configura e realiza manutenção em redes de computadores. Aplica técnicas de instalação e configuração da rede física e lógica. Instala, configura e administra sistemas operacionais em redes de computadores. Implementa políticas de segurança para acesso a dados e serviços diversos.
Duração: 05 Semestres - Valor mensalidade: R$ 371,00

CURSO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
Analisa os métodos e os processos laborais. Identifica fatores de risco de acidentes do trabalho, de doenças profissionais e de trabalho e de presença de agentes ambientais agressivos ao trabalhador. Realiza procedimentos de orientação sobre medidas de eliminação e neutralização de riscos. Elabora procedimentos de acordo com a natureza da empresa. Promove programas, eventos e capacitações. Promove a divulgação de normas e procedimentos de segurança e higiene ocupacional. Indica, solicita e inspeciona equipamentos de proteção coletiva e individual contra incêndio. Levanta e utiliza dados estatísticos de acidentes de trabalho, doenças profissionais e de trabalho para ajustes das ações prevencionistas. Produz relatórios referentes à segurança e à saúde do trabalhador.
Duração: 05 Semestres - Valor mensalidade: R$ 371,00

INFORMAÇÕES GERAIS:
Início das aulas: 25 de Julho de 2016
Aulas: De Segunda a Quinta-feira
Horário: 19h00 às 22h30
VAGAS: 25 vagas por Curso
Vagas disponíveis de acordo com a ordem de matrícula
INSCRIÇÕES: CESURG|Sarandi-RS
Rod. Governador Leonel de Moura Brizola, BR 386, KM 138, Bairro Beira Campo ? Sarandi (RS)
Horário: 13h30 às 17h30 | 19h00 às 22h30 Fone: (54)8423-9928
E-MAIL: ensino.sarandi@cesurg.com.br
www.cesurg.com.br
Assessoria - Joel De Brito
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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Resistência e justiça na EBC

É bom lembrar que a liminar do ministro Dias Toffoli que desfez a nomeação do jornalista Laerte Rimoli e determinou o retorno de Ricardo Melo ao posto de diretor-presidente da EBC não tem caráter definitivo. Pelos aspectos políticos envolvidos, pode-se imaginar que nos próximos dias os advogados do governo interino de Michel Temer apresentarão recurso para tentar levar a decisão a plenário, esperando colocar a discussão para ser resolvida em caráter definitivo pelo colegiado do STF. Até lá, no entanto, vale a decisão de Toffoli, que deve ser celebrada como uma vitória importante das regras do Estado Democrático de Direito contra um ato arbitrário, que o presidente interino Temer assinou apenas cinco dias depois de empossado. Embora mudanças repentinas no primeiro escalão do governo interino não sejam uma novidade de chamar tanta atenção, três semanas depois da posse, neste caso há uma diferença importante. Desde sua chegada ao Planalto, em 12 de maio, Temer perdeu dois ministros de Estado, afastados por razões políticas. Apanhados em gravações onde foram flagrados num comportamento impróprio para quem iria exercer funções no primeiro escalão da República, não tinham condições para permanecer no cargo. Os protestos também forçaram a recriação do Ministério da Cultura, rebaixado a secretaria numa primeira versão de reforma ministerial. A decisão que conduz Ricardo Melo de volta a seu posto tem outra origem. Representa uma medida essencialmente jurídica e, neste aspecto, contém um aspecto mais relevante como sinal político. "A decisão, embora provisória, deve ser aplaudida e intensamente comemorada", afirma o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que atuou na causa junto ao STF. "Hoje é um dia de festa, quando se restabeleceu a segurança jurídica e a ordem constitucional." O Mandato de Segurança questiona uma decisão que contrariava aquilo que os juristas definem como um ato jurídico perfeito. Nomeado pela presidente Dilma Rousseff, então no pleno gozo de suas atribuições, Ricardo Melo foi empossado para cumprir um mandato de quatro anos dentro de regras definidas pelo Estatuto o Social da EBC -- decreto 6689/2008 e Lei 11 652/2008. A demissão de Ricardo Melo não respeitou um traço essencial do funcionamento da EBC. Criada como uma emissora pública, o estatuto da empresa prevê duas medidas destinadas a evitar um vício bastante conhecido, que é sua transformação em máquinas de propaganda a serviço de governantes. Uma das medidas prevê que tenha fontes autônomas de financiamento. A outra, que tem a ver diretamente com o caso, assegura estabilidade de seus dirigentes, mediante previsão de mandatos fixos, e não coincidentes com os governos de plantão, impedindo que sejam pressionados politicamente para conduzir seu trabalho de forma favorável a quem garantiu seus postos. Assim, nomeado em 2016, Ricardo Melo tem o direito de permanecer no posto até 2020, quando tiverem transcorridos dois anos da posse do presidente a ser eleito em 2018. Sua autonomia é tão grande que, mesmo em caso de falta grave, o estatuto exige que a decisão seja aprovada em duas votações do Conselho Curador da empresa. "E é justamente este ponto que está sendo violado!", alega o mandato de segurança, que acrescenta: "a letra clara e soberana da lei de criação da EBC está sendo solenemente desconsiderada pelo Exmo. Sr. Presidente Interino da República." A tradição ensina que é difícil prever decisões finais da Justiça. Um ditado popular lembra que seus mistérios são tão imprevisíveis como barriga de mulher grávida. A solidez da decisão a favor de Ricardo Melo, no entanto, apoia-se num dos principais objetivos da Justiça, que consiste em assegurar a "segurança jurídica" da vida em sociedade. Este princípio tem implicações importantes. Uma delas é que mesmo que o estatuto da EBC venha a ser modificado no futuro, sabe-se lá se isso irá ocorrer um dia, suas mudanças não podem ter efeito retroativo. "Temos crença de que esta decisão será mantida no mérito, evitando que se materialize uma medida ilegal, verdadeiramente escandalosa, por parte de um governo interino que tanto mal já fez a este país", afirma o advogado Marco Aurélio de Carvalho. A falta de base legal para o afastamento de Ricardo Melo era uma questão que ocupava discussões reservadas entre os próprios aliados do governo interino desde o primeiro dia. Chegou-se a cogitar que seria possível tentar dar uma cobertura legal à decisão a partir de uma Medida Provisória, a ser preparada de improviso. A derrota dessa intervenção, mesmo através de uma liminar, mostra que a base jurídica para o mandato do presidente é mais sólida do que queria dar a entender. A decisão de apresentar um mandado de segurança ao Supremo demonstrou a vontade de resistir -- na forma da lei -- perante um ato considerado injusto. As seguidas manifestações de protesto contra a intervenção na EBC demonstraram a atenção crescente de parcelas inteiras da sociedade sobre os rumos da mídia. Também confirmaram a aprovação de uma parcela significativa de brasileiras e brasileiros ao jornalismo exibido pela EBC nos últimos tempos, tentando construir uma opção ao pensamento único formado pelo monopólio dos grandes grupos de mídia. Um ponto deve ficar claro, porém: a base da liminar é essencialmente jurídica. Aceitar a interrupção do mandato de Ricardo Melo seria equivalente a cassar um direito legítimo -- o que até se vê em ditaduras, mas não se pode aceitar nas democracias.
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Especialistas em educação assinam manifesto contra retrocessos

Um grupo de especialistas que atuou na produção da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) lançou, nesta quinta-feira, 2, um manifesto contra o movimento Escola Sem Partido, apoiado pelo governo provisório de Michel Temer; o documento, assinado por 116 representantes de universidades, do Conselho Nacional de Educação e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), é uma reação aos recentes acenos feitos pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, ao movimento Escola Sem Partido; na semana passada, o ministro causou polêmica ao receber Alexandre Frota, defensor do projeto. 247 - Um grupo de especialistas em educação, que atuaram na produção da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) lançou, nesta quinta-feira, 2, um manifesto contra os recentes retrocessos do movimento "Escola Sem Partido", apoiado pelo governo provisório de Michel Temer. O documento é assinado por 116 representantes de universidades, do Conselho Nacional de Educação e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O manifesto é uma reação aos recentes acenos feitos pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, ao movimento escola sem partido. Semana passada, Mendonça Filho abriu as portas de seu gabinete para receber o ator Alexandre Frota e representantes do movimento Revoltados online para tratar da pauta do referido movimento. Até o momento, o ministro Mendonça Filho não recebeu a comissão de especialistas que trabalhou na construção da BNCC. Para elaboração do documento da base, a comissão recebeu mais de 12 milhões de contribuições na internet, contou com mais de 700 reuniões de discussão e com a participação de 200 mil professores e 45 mil escolas. "Iniciativas de reformulação da segunda versão da BNCC que representem interrupções do processo, já em pleno curso, de discussões com estados, municípios e Distrito Federal põe em risco tantos os princípios que fundamentaram a construção daquele documento, como a proposição de direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento alicerçados nesses princípios", diz o documento. O manifesto também expressa preocupação com as ações recentes no âmbito da base. O documento também é um posicionamento público desses especialistas em relação a discussões sobre a BNCC, que ocorreram esta semana, na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Na ocasião, apoiados por deputados como Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), Pastor Feliciano (PSC/SP), Jair Bolsonaro (PSC/RJ) e Izalci (PSDB/DF), representantes do escola sem partido tomaram conta dos debates. O coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação e membro do Fórum Nacional de Educação, Daniel Cara, que participou dos debates na Câmara, se posicionou contra retrocessos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Para Cara, "projeto escola sem partido significa escola sem educação". No início de maio, o então ministro da Educação, Aloizio Mercadante, entregou a segunda versão da Base Nacional Curricular Comum ao Conselho Nacional de Educação. Na ocasião, representantes de universidades, de movimentos sociais ligados à educação e da sociedade civil acompanharam e apoiaram a iniciativa. O ex-ministro defendeu a continuidade das discussões da base como política de estado, não de governo. "A Base vai assegurar os objetivos e direitos de aprendizagem. Ou seja, qualquer estudante, em qualquer série, em qualquer escola do Brasil, tem de ter um objetivo e um direito-base de aprendizagem, e é isso que ela procura assegurar", disse Mercadante. A nova etapa da Base, iniciada com a entrega da segunda versão, agora, é conduzida pelo CNE, Consed Undime. As entidades estão organizando seminários nas 27 unidades federativas até junho próximo pra debater o documento. Veja aqui a íntegra do manifesto dos especialistas em educação que trabalharam na construção da BNCC.
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SERRA BRIGA ATÉ COM OMC, PRESIDIDA POR BRASILEIRO

Depois de classificar como uma "bobagem" o relatório da OCDE na própria sede da organização, que representa mais de 30 países, nesta quarta-feira, o chanceler interino José Serra questionou nesta quinta a credibilidade da OMC (Organização Mundial do Comércio), que é presidida pelo brasileiro Roberto Azevêdo; para o ministro, a instituição falhou em derrubar os subsídios e barreiras sanitárias e fitossanitárias e ao apostar na Rodada Doha; para Serra, "a experiência dos últimos 10 anos não se mostrou recompensadora" para o Brasil, que está agora "pronto para tomar novos caminhos"; declaração sinaliza que o País, sob o comando do presidente interino Michel Temer, pode se afastar da organização.

247 - A curta gestão do chanceler interino José Serra (PSDB) continua a causar polêmica. Nesta quinta-feira 2, em uma reunião ministerial realizada em Paris pela OMC (Organização Mundial do Comércio), o ministro questionou a credibilidade do organismo e fez críticas a decisões tomadas pela organização nos últimos anos, que não teriam beneficiado o Brasil.

A OMC é presidida pelo brasileiro Roberto Azevêdo desde 2013. Para Serra, a instituição falhou em derrubar os subsídios e barreiras sanitárias e fitossanitárias e ao apostar na Rodada Doha. "A experiência dos últimos 10 anos não se mostrou recompensadora" para o Brasil, cravou.

"A proibição de subsídios de exportação para produtos agrícolas evitou a perda total da credibilidade do pilar de negociação da OMC. No entanto, a capacidade da OMC para permanecer um fórum significativo de negociação ainda está em questão", afirmou.

O ministro interino deu indicações ainda de que o País, sob o comando do presidente interino, Michel Temer, pode se afastar do organismo. O Brasil está "pronto para tomar novos caminhos", afirmou o tucano.

Nesta quarta-feira, Serra classificou como uma "bobagem" e "especulação" o relatório apresentado pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) na própria sede da organização (Paris), que representa mais de 30 países.

"A OCDE não afirma coisa nenhuma. Eles estão especulando. Isso é bobagem. Eles estão especulando com as poucas informações com que dispõe", reagiu, sobre o documento que previa dura recessão para o Brasil diante da instabilidade política.
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COM DECISÃO DO STF, MELO RETORNA E PODE EVITAR DESMONTE DA EBC

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, atendeu nesta quinta-feira 2 a uma liminar apresentada pelo jornalista Ricardo Melo e o reconduziu à presidência da Empresa Brasil de Comunicação (EBC); Melo havia sido exonerado do cargo pelo governo interino de Michel Temer antes do fim de seu mandato de quatro anos, o que vai contra a lei da empresa; Laerte Rimoli, que assumiu em seu lugar, já havia exonerado quase 50 gestores e funcionários sob a alegação de "desaparelhar" a empresa, conforme relato da jornalista Tereza Cruvinel, fundadora da EBC, que também foi demitida do cargo de comentarista e entrevistadora; leia a íntegra.

247 – O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu em decisão nesta quarta-feira 1º liminar apresentada pelo jornalista Ricardo Melo e o reconduziu ao cargo de diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) até decisão final da corte.

Melo havia sido exonerado do cargo pelo governo interino de Michel Temer antes do fim de seu mandato de quatro anos, o que vai contra a lei da empresa. Ele foi nomeado por Dilma Rousseff dias antes do afastamento da presidente.



Laerte Rimoli, que assumiu o comando da EBC no lugar de Melo, exonerou até agora quase 50 gestores e funcionários sob a alegação de "desaparelhar" a empresa. Além disso, determinou o fim do uso do termo "presidenta" nas reportagens, o que Dilma classificou como "lamentável".

Em um artigo publicado nesta quinta, a colunista do 247 Tereza Cruvinel, fundadora da EBC, que também foi demitida do cargo de comentarista e entrevistadora, faz um relato sobre o risco do futuro da empresa. Leia a íntegra:

Futuro da EBC em risco

Em nefasta combinação de prepotência e desinformação, o governo Temer atirou-se com fúria ao desmonte da EBC (Empresa Brasil de Comunicação).

Reduzi-la a uma agência de divulgação do Poder Executivo, como se cogita, será o fim da mais importante iniciativa para a democratização das comunicações, desperdiçando recursos e energias empregados para dar forma à previsão do artigo 223 da Constituição: a coexistência entre sistemas de radiodifusão privada, pública e estatal.

O governo promete uma medida provisória alterando o coração da lei da EBC. Nela, terá de dizer claramente o que pretende da empresa: comunicação pública para a sociedade ou publicidade para o governo de plantão.

Além da demissão do diretor-presidente Ricardo Melo, violando mandato garantido em lei, a intervenção atropelou o Conselho Curador (15 representantes da sociedade, quatro do governo, dois do Congresso e um dos empregados). Está em curso, a pretexto de "desaparelhar" a empresa, uma caça às bruxas que já exonerou quase 50 gestores e funcionários.

Primeira presidente da EBC, afastei-me da estatal no final de meu mandato, em 2011, retornando há três meses como entrevistadora e comentarista. Tive o contrato (modestíssimo, à prova de lorotas) suspenso numa clara seleção política que alcançou também profissionais como Luis Nassif, Paulo Moreira Leite, Sidney Rezende, Albino Castro e Emir Sader. Mas não é por isso que estou neste debate.

Presidi a diretoria inaugural que, em 2007, negociou no Congresso e implantou a empresa e a TV Brasil. Tenho responsabilidade pelo feito e compromisso com a sobrevivência do sistema público, que ultrapassa a EBC, mas tem nela o pilar central.

Em outra frente, o Ministério das Comunicações expandiu as rádios e TVs comunitárias e regulamentou as redes digitais da Cidadania, Cultura e Educação, previstas no sistema brasileiro de TV digital.

Esse conjunto formará com a EBC o sistema brasileiro de comunicação pública, não comercial e não governamental. Sobre a continuidade dessas outras ações, o governo ainda não disse nada.

A EBC explora ainda oito emissoras de rádio, sendo que algumas cobrem grandes vazios de sinal na Amazônia. Os conteúdos livres da Agência Brasil abastecem veículos nacionais e estrangeiros. Lá fora, milhões de brasileiros recebem a TV Brasil Internacional sem taxa extra de assinatura.

Por meio de unidade específica, a EBC presta ao governo serviços contratados, como transmissões da TV NBR, vitrine do Executivo similar às emissoras dos outros dois Poderes.

Com apenas oito anos de existência, a EBC não responde ainda plenamente à sua missão, mas faz diferença na paisagem. Isso explica a fúria. Muitos problemas ainda exigem solução.

A TV Brasil nunca teve rede própria no sistema analógico, pois ao nascer o espectro já fora todo ocupado por emissoras privadas. Só terá cobertura nacional no sistema digital, o que demanda tempo e dinheiro. Como elevar a audiência com tão precária distribuição?

Livres do jugo publicitário e dos interesses políticos, os canais públicos existem, aqui e em outros países, para garantir a expressão dos sem-voz e da diversidade social, política e cultural.

A EBC vem sustentando programação dessa natureza, mesmo com limitações técnicas, de inovação ou linguagem. Que emissora comercial aberta oferece tantas horas de boa programação infantil?

Caberá também à sociedade, e não só ao governo, decidir sobre o futuro da EBC: aprimorar o que foi feito ou jogar tudo fora? Essa é a questão agora.
Artigo publicado na Folha de S. Paulo
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STF MANTÉM CUNHA COMO RÉU NA LAVA JATO

Supremo Tribunal Federal negou nesta quinta-feira, 2, por unanimidade, recurso do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) contra abertura de ação penal na qual ele passou à condição de réu nas investigações da Operação Lava Jato; relator da ação, ministro Teori Zavascki, entendeu que não há contradições no acórdão do julgamento; em março, a Corte entendeu que há indícios de que Cunha recebeu US$ 5 milhões de propina por um contrato de navios-sondas da Petrobras e determinou abertura de ação penal.

André Richter, da Agência Brasil - Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou hoje (1º) recurso do presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), contra abertura de ação penal na qual ele passou à condição de réu nas investigações da Operação Lava Jato.

Ao julgar a questão, o relator da ação, ministro Teori Zavascki, entendeu que não há contradições no acórdão (texto final) do julgamento, o texto final do julgamento. Para o ministro, a defesa de Cunha pretendia somente rediscutir a matéria julgada, fato impossível após o julgamento.

No recurso, os advogados de Cunha afirmam que há no texto final do julgamento "obscuridade, dúvida e contradição" e pedem que a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) seja integralmente rejeitada.

De acordo com a defesa, os fatos narrados na decisão do tribunal não corresponderiam à "tipificação penal descrita na denúncia", que é de corrupção passiva. A defesa alega também que a PGR incluiu como ocorridos em 2006 e 2007 fatos referentes a 2011.

Em março, a maioria dos ministros da Corte, seguindo o voto do relator, ministro Teori Zavascki, entendeu que há indícios de que Cunha recebeu US$ 5 milhões de propina por um contrato de navios-sondas da Petrobras e determinou abertura de ação penal.

Em maio, o Supremo referendou liminar proferida pelo ministro Teori Zavascki e concordou que Cunha não tem condições de ocupar o cargo de presidente da Câmara. Segundo o relator, o parlamentar atua com desvio de finalidade para promover interesses espúrios.

Durante o julgamento, Zavascki citou casos envolvendo a CPI da Petrobras e o processo a que Cunha responde no Conselho de Ética da Câmara, nos quais o deputado é acusado de usar requerimentos apresentados por aliados para se beneficiar.
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Miss RS - Representante de Caiçara está na final

Camila Stefanello está entre as 30 finalistas que irão concorrer ao título no dia 25 de junho No sábado passado, 28 de maio, foram escolhidas as 30 finalistas que irão disputar o título de Miss Rio Grande do Sul deste ano. O evento aconteceu na Sociedade Ginástica de Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. A representante do município de Caiçara, Camila Stefanello, está entre as finalistas que irão concorrer ao título de Miss Rio Grande do Sul. A semifinal contou com mais de 80 candidatas, de diversos municípios gaúchos. A grande final acontece no dia 25 de junho. A eleita irá suceder Marthina Brandt, atual Miss Rio Grande do Sul, e que também foi coroada Miss Brasil em 2015. Veja quais são as cidades que estarão representadas na final:   Santa Maria, Bento Gonçalves, São José dos Ausentes, Uruguaiana, Canoas, Horizontina, Caiçara, São Francisco de Paula, Morro Redondo, Ivoti, Alegrete, Piratini, Arroio do Sal, Cambará do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Santo Antônio da Patrulha, Tapera, Estrela, Cruzeiro do Sul, Sapiranga, Maquiné, Xangri-Lá, Esteio, Constantina, Capão da Canoa, Porto Alegre, Arroio do Meio, Itaara e Gramado. Fonte: AU!       Letícia Waldow

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Novos trechos serão atendidos pela PRF em Sarandi

A Delegacia da Polícia Rodoviária Federal em Sarandi passará a atender toda a BR-468 até a divisa com Argentina a partir desta quarta-feira (1º). O trecho da BR-285 que até então era atendido pela PRF em Sarandi, passará a fazer parte da circunscrição da Unidade de Passo Fundo até o km 372 da rodovia, no município de Saldanha Marinho. Com a nova circunscrição a delegacia da PRF em Sarandi passará a atender a BR-158 até a divisa de Condor e Panambi, no km 141 e toda extensão da BR-468 que vai de Palmeira das Missões até Porto Soberbo, km 142 divisa com a Argentina. O trecho atendido passará de 354 para 408 Kms que receberá policiamento através de duas Unidades Operacionais da PRF, uma em Sarandi e outra em Seberi. A nova estrutura visa melhorar a prestação de serviço à sociedade otimizando a utilização dos recursos disponíveis. Fonte: FN
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Mais de 500 mil funcionários públicos receberam Bolsa Família, diz MPF

Mais de 500 mil funcionários públicos receberam indevidamente o Bolsa Família. Essa fraude descoberta peloMinistério Público Federal já soma mais de R$ 2,5 bilhões. Esses casos se multiplicam pelo país. Gente que não tem direito ao benefício tirando a vez de quem precisa, porque tem importância o benefício também. O Ministério Público cobrou uma fiscalização rigorosa. Essa não foi uma investigação superficial e levou em conta o cruzamento de dados da Receita Federal, de Tribunais de Contas, do TSE e do Ministério do Desenvolvimento Social, que é responsável pelo Bolsa Família. O programa pagou mais de R$ 2,5 bilhões entre 2013 e 2014 a quem não tinha direito. Dona de casa, Rejane teve que esperar por mais de dois anos para começar a receber o Bolsa Família. Ela mora em Ilhéus, na Bahia, e cumpria as exigências do programa, como o limite de renda de até R$ 154 por pessoa da família que tem crianças. Ela e outros moradores da cidade só receberam o auxílio depois que a Prefeitura cancelou mais de seis mil benefícios de quem recebia de forma irregular, sem ter direito. Mil e trezentos perderam o Bolsa Família porque eram funcionários da Prefeitura, a maioria mentiu ou omitiu informações importantes quando fez o cadastro. Esse tipo de fraude acontece em vários lugares do país. Um levantamento divulgado pelo Ministério Público Federal mostrou que o Bolsa Família pagou mais de R$ 2,5 bilhões entre 2013 e 2014 para pessoas que não tinham direito. O valor corresponde a 4,5% do total pago pelo programa no período. Os municípios onde há mais casos suspeitos de fraude são Salvador, Brasília, João Pessoa, Manaus e Recife. O Ministério Público cruzou dados da Receita Federal, dos Tribunais de Contas dos estados, do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário e do Tribunal Superior Eleitoral. Concluiu que os pagamentos onde há suspeita de fraude foram feitos a mais de 584 mil servidores públicos, 318 mil eram empresários, 89 mil recebiam a bolsa de R$ 160, mas tinham feito doação para candidatos que disputaram campanhas eleitorais, e 49 mil beneficiários estavam mortos. Os procuradores cobraram informações do Ministério do Desenvolvimento Social sobre a execução e a fiscalização do Bolsa Família e também vão pedir informações às prefeituras, que são as responsáveis pelos cadastros das famílias que queiram participar do programa. A ideia é identificar brechas que permitem fraudes e sugerir mudanças, como por exemplo, que seja feito um pente fino, um cruzamento de dados já no momento inicial, quando a pessoa procura o governo para se candidatar a receber o benefício. A procuradora Renata Baptista, responsável pelo grupo que estuda o Bolsa Família, disse que o programa é bom e cumpre a proposta de transferir renda para famílias em situação de extrema pobreza, mas que é fundamental fazer ajustes. Ela afirma que nem todas as fraudes apontadas foram cometidas por beneficiários do programa. Como no caso dos que fizeram doações para campanhas eleitorais. Muitos deles podem ter tido o CPF clonado. Por isso, é preciso aprofundar o estudo. “O dinheiro é finito, se o dinheiro é finito, e alguém recebe sem ter o direito de receber, falta para alguém que realmente precisa, então o programa ele é bom, o que a gente precisa melhorar é a transparência, a gente precisa melhorar a fiscalização”, afirma a procuradora da República Renata Baptista. O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário lembrou que o governo já faz uma avaliação sobre os beneficiários e que no começo do ano, ainda na gestão da presidente afastada Dilma Rousseff, o ministério excluiu 38 mil famílias do programa. O novo ministro disse que vai se reunir com a procuradora para discutir como melhorar a fiscalização. “Já existe o programa aqui de acompanhamento, ele será aperfeiçoado muito agora, vamos incrementar bastante isso dentro do Ministério para evitar que as fraudes comprometam, inclusive, a credibilidade do programa. É necessário que se crie um sistema rápido de cruzamento de informações para evitar que haja uma fraude em maior escala”, declarou Osmar Terra, ministro do Desenvolvimento Social e Agrário. Tereza Campelo, ex-ministra do Desenvolvimento Social do governo da presidente afastada, Dilma Rousseff, afirmou que a auditoria parece ter sido feita com base em premissas erradas e leva a conclusões equivocadas. Ela disse que desde 2005, o ministério faz o cruzamento do cadastro do programa com outras bases de dados para identificar inconsistências e que, antes de sair do ministério, lançou o processo de atualização cadastral das famílias para 2016, uma espécie de malha fina do programa. 
Fonte: G1
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Polícia Civil vai investigar depredação em cemitério de Caiçara

Fotos - Zilio Roggia
Familiares ficaram chocados com a cena que presenciaram no último fim de semana em Caiçara. Cerca de 15 túmulos foram depredados por vândalos. O local possui muros mas o acesso é facilitado já que os portões permanecem abertos. Alertada por uma amiga, Marcelle Martins, moradora de Caiçara, foi até o cemitério na sexta-feira, 27, por volta do meio-dia. Ela contou que o sentimento é de indignação pela falta de respeito. “Um absurdo, o túmulo do meu pai sempre foi conservado pela família e de uma hora para outra encontramos neste estado. Esperamos que ele descanse em paz e não que seja alvo de ataques. O espaço é de devoção e queremos o mínimo de respeito e consideração” desabafou Marcelle. Investigação De acordo com os moradores, já ocorreram pequenos furtos de vasos e de até de flores naturais do cemitério. O lugar fica próximo do centro da cidade e da rodovia RS-150. A Prefeitura de Caiçara registrou ocorrência na delegacia. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil e os responsáveis devem responder pelo crime de danos ao patrimônio público. Não há suspeitos até o momento. Fonte: FN
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Homem é encontrado morto em Três Arroios

O corpo de Nelson Graff (55) foi encontrado por policiais militares, no início da noite desta quarta-feira (1), na região central de Três Arroios. Segundo a Brigada Militar, Graff, que trabalhava como pedreiro estava desaparecido desde a última segunda-feira (30), quando foi visto pela última vez por vizinhos. Sem notícias da vítima familiares que moravam em Concórdia/SC, avisaram a Brigada Militar de Três Arroios do desaparecimento na tarde de hoje (1). Nas buscas os soldados foram até a residência da Graff, local que encontraram o corpo caído com sinais de facadas, além de manchas de sangue em diversos compartimentos da casa. Até o momento a principal suspeita é que tratasse de um crime de latrocínio (roubo seguido de morte), o carro utilizado pela vítima uma caminhonete Belina desapareceu da garagem. Moradores relataram aos policiais que avistaram uma mulher que seria namorada da vítima e outro homem desconhecido deixando a residência no final da tarde da última segunda-feira (1).
Fonte: Jornal Bom Dia A Polícia Civil deve investigar o crime. Até a postagem desta matéria o local estava isolado aguardando a chegada de peritos do Instituto Geral de Perícias de Passo Fundo (IGP).
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Carga de erva-mate é saqueada na BR-386


Os pacotes de erva-mate espalhados pelo asfalto entregavam que mais cedo uma carreta carregada havia tombado no km-293 da BR-386, em Pouso Novo, deixando a carga pela estrada.
Não demorou muito para que moradores da cidade e até mesmo motoristas que passavam pelo local começassem a saquear a carga.
Às 16h, mais de 20 pessoas carregavam nos braços os pacotes verdes e os amontoavam nos seis carros estacionados na pista da direita. Quem não tinha veículo, juntava os pacotes que tomou para si em um canto do acostamento e aguardava a chegada do transporte. Alguns negociavam a carga ali mesmo, na beira da rodovia:
— Não sei o preço ainda. Vamos ver na hora. Mas já está tudo vendido— disse um homem, morador de Pouso Novo, que não quis se identificar.
Fonte: ClicRBS
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quarta-feira, 1 de junho de 2016

Veja como os motoristas estão se comportando na RS 324 em relação a nova lei de transito

No dia 24 de maio de 2016 foi divulgado a mudança no Código Brasileiro de Trânsito (CTB), que torna obrigatório rodar em estradas com o farol baixo aceso durante o dia. Por enquanto a polícia está orientando os motoristas mas a partir de 8 de julho, o descumprimento será considerado infração média, com multa de R$ 85,13 e 4 pontos na carteira de habilitação. O valor subirá em todas as multas num valor compreendido entre 52% e 66% no mês de novembro deste ano.

Hoje resolvi contar os carros e caminhões que encontrei no caminho do meu trabalho (Três Palmeiras a Ronda Alta), de 29 carros encontrados 19 estariam de acordo com a nova legislação caso fossem parados em uma blitz policial, pois trafegavam com farol baixo, 8 estavam com luz de neblina e 2 deles com o farol desligado considerando que tinha neblina na pista nessa manhã.
Entre os 20 caminhões encontrados 16 trafegavam com farol baixo e 4 com luz de neblina, nenhum estava com o frol desligado.
Postado por Jaciano Eccher
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